8.1.15

Follow your dreams, they know the way...


Há sonhos que permanecem adormecidos em nós, porque não temos coragem de os seguir, porque achamos que poderemos errar ou não ser suficientes, porque podem ser grandes demais, porque pensamos que é tarde demais, porque é simplesmente dificil ir atrás deles.

E quando eles nos dão a oportunidade de os agarrarmos? E quando são eles a vir ter connosco e a dizer: "psiuu... tu aí... é possivel, só tens de acreditar!" E se não os seguimos nesse momento nunca saberemos se resultarão, se chegaremos onde queremos, se é mesmo isso que procuramos. Se não agarrarmos aquela rápida oportunidade que nos chega às mãos e nos lembra: não tinhas em tempos este sonho? Se não apanharmos aquele relampago rápido de luz, nunca saberemos se aquele sonho em tempos sonhado e que nos parecia tão distante, nunca saberemos se é ele o nosso futuro.


Decidi seguir um sonho e acreditar que ele realmente sabe o caminho. Foi ele que bateu à minha porta eu apenas a abri. O destino sabe o que faz. Basta-nos acreditar, acreditar muito. Porque o que é nosso está reservado e aparecerá na altura certa, não a altura que achamos ser certa. 
Daqui a dois anos a Clara vai com certeza para a creche (se não for antes). Nessa altura, provávelmente a Laura entrará para a escola primária. Questiono-me tantas vezes sobre o caminho que quero seguir. Gosto de fazer tantas coisas mas será que as gosto de fazer todos os dias, como uma rotina? É dificil encontrarmos o nosso próprio caminho. Principalmente quando tiramos tempo de nós para caminharmos no caminho dos outros porque eles precisam mais de nós.


Este ano vai ser muito especial. Vai ser um ano de trabalho, concentração nos objectivos e muita dedicação. Eu vou voltar a estudar. Porque o sonho bateu-me à porta e eu quero de facto acreditar. Resta descobrir, com o decorrer do ano, se este é o sonho certo para mim. O caminho certo. Aquele que trará rotina mas que me encherá os pulmões de alegria sempre que o respirar. Porque eu de facto quero fazer o que amo e não me consigo ver de outra forma. Só tenho de descobrir se esse amor é para a vida ou se não passou de ilusão. 
Tenho em mim esta convicção de que nunca saberemos de facto se gostamos de algo se não a experimentarmos. Se não lhe conhecermos as coisas boas e as menos boas. E não faz mal errar quando o erro nos dá certezas. Não é perda de tempo quando aprendemos e nos ajuda a definirmo-nos melhor. A entendermos as nossas fraquezas e a crescermos.
No fim deste ano vou por certo, ou ter a certeza que o meu caminho ainda está por descobrir, ou simplesmente ter toda a confiança de que há sonhos que sabem de facto o caminho.

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