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21.9.17

Querida L.

Aquele momento em que não tenho certeza nenhuma do que estou a fazer mas continuo porque parar é consentir e consentir é ver-te morrer cada dia um bocadinho.

Minha querida L., não és uma criança fácil de educar, és volátil, influenciável, uma vitima fácil daqueles que te querem manipular e magoar. Talvez seja demasiado firme contigo mas não te quero ver fugir, não te quero perder para aqueles que não te merecem. És a melhor amiga do teu amigo mas não entendes que há limites e os amigos que não se respeitam mutuamente não são amigos são impostores. Às vezes custa falar assim de uma outra criança mas as deficiências afetivas, emocionais e sociais destronam a inocência de quem ainda não tem idade para se autocorrigir e emendar. Há tanta falta de direção, de sentido, de regras e fronteiras que é desde pequeno que se ignora o que é o respeito, o limite entre a tua e a minha liberdade.

Queria que me ouvisses, que entendesses o que eu digo, pareço lutar contra um enorme batalhão de falta de bom senso onde tudo parece errado, vejo-me a lidar contigo, uma criança de 5 anos a viver uma pré-adolescência. Serei sempre aquela que te diz "não", que te condiciona, que te limita, mas também serei a única que te amará incondicionalmente e escutará, se ao menos tu quisesses falar...

Estarei sempre aqui para ti... Não te deixes magoar ♥

16.9.17

momentos [quase] perfeitos


Os lugares que mais deixam saudade são aqueles nos quais depositamos à partida menos expectativas. Foi assim com o parque de campismo Three Cliffs Bay, onde passámos os nossos cinco dias em Gales. Vistas deslumbrantes, casas-de-banho impecáveis e pessoal sempre pronto a ajudar e a brindar-nos com um sorriso. Há lugares dos quais não saímos sem prometer voltar. 





13.9.17

País de Gales ♥ parte 1

Estas férias fui ao sul do País de Gales... se tiver de debandar aqui da ilha pelo menos que a fique a conhecer melhor. Aquilo é bonito porém diferente de Inglaterra, mais rural, menos exaustivamente organizado e metódico, mais "livre", menos irritantemente seguro, digo "irritantemente" porque há situações mesmo extremas aqui em Inglaterra que acabam por descaracterizar paisagens e espaços em prol da eliminação do perigo, mas o perigo existirá sempre as pessoas é que têm de ser mais ou menos responsáveis por elas e pelos seus.

O certo é que por momentos parecia entrar numa e noutra aldeia desorganizada de Portugal com a roupa a secar na rua e as ovelhas a passear na estrada. É um país mais pobre mas ao mesmo parece ser um país mais feliz, com melhor qualidade de vida, menos stress, mais tempo, menos dinheiro, mais natureza, um jogo de perde e ganha onde a vida passa mais devagar.

Andámos entre os montes verdejantes e as praias de areia e mar azul. Hoje trago algumas imagens dos nossos passeios pelo Brecon Beacons National Park. ♥


 



2.9.17

momentos [quase] perfeitos




Em agosto as baterias recarregaram-se assim...
Por entre semanas difíceis de desespero e muita frustração apareciam os raios de luz dos fins-de-semana que me recordavam o quanto a vida é perfeita na sua teia cheia de imperfeições.

Por entre brincadeiras, gargalhadas, poses para a fotografia, cheiro a mar, paisagens restauradoras de alma, fui recriando a fé em mim, na minha força e persistência... Nesta teimosia que tenho dentro e que me faz continuar, quando a minha fonte de inspiração e motivação estão, afinal, no pulsar dos corações que em todos os finais de dia me abraçam e me segredam [no matter what] - I love you mommy
 




9.8.17

Querida L.

Há dias que questiono tudo na tentativa vã de prever o teu futuro. Pergunto-me se o ensino inglês é o adequado para ti? Se este tipo de ensino de competição te ajudará a ser criança.
A sensação que tenho é que te dedicas apenas ao que queres com o intuito de ganhar e não com o objetivo no prazer que isso te possa trazer. Estudar deve ser algo intuitivo, prazeroso e desafiante mas não um jogo de vencedores e vencidos, como esta selva em que vivemos. Talvez te estejam a preparar para a realidade do mundo mas se por um lado te querem uma vencedora, uma competidora, por outro lado querem igualmente fomentar a tua imaginação e opinião crítiva. Se virmos isto numa perspetiva adulta encontro todas as vantagens do mundo em seres uma líder cheia de imaginação e sentido critico mas se me coloco no teu lugar percebo no quanto confusa pode estar a tua cabeça, a tua identidade, e o quanto frustrante se pode tornar tanta exigência e necessidade de ser a melhor em todas as áreas da vida.

Na semana passada inscrevi-te no desafio de leitura a decorrer entre bibliotecas e escolas. Enchem-vos de tarefas para fazerem nas férias quando as férias já têm a sua própria forma de passar o tempo: aliviar o stress, fugir à rotina, brincar de manhã à noite, passar tempo com a família, ser apenas criança. Porquê esta necessidade de "obrigar" a ler, a construir frases, a somar, a desempenhar tarefas e a robotizar as crianças numa direção castradora, quando em cada brincadeira criada com somas e multiplicações intuitivas, com estórias imaginadas, letras soletradas e palavras inventadas se aprende tão mais?

Queres ganhar a medalha da leitura sem teres o chato trabalho de juntar letras na lenta leitura que te desespera. Nada se consegue sem trabalho, sem esforço e sem dedicação e é para mim, minha querida filha, o fundamento deste desafio. Não irei entregar livros que fingiste ler até perfazeres a quota de livros que te oferecerá prémios e medalhas, não te ensinarei que a mentir e a aldrabar se consegue chegar onde se quer, não contribuirei para uma falsa educação porque acima de qualquer desafio, leitura ou tabuada, existe a educação dos valores essenciais que nos distingue como pessoas, e desses não abro mão.

Se eu te conseguisse fazer entender a essência de um livro, o quanto se pode viajar entre palavras e a quantidade de prémios que podemos colecionar ao fomentarmos a curiosidade através da leitura. Se tu entendesses que esta é a pior fase mas que quanto mais praticares mais depressa descobrirás os sons por trás das letras...
Minha querida L. como gostaria que não te perdesses pelos caminhos tortuosos da vida. A inteligência não está no comprimento do cabelo cortado à Rapunzel e que não a impediu de continuar a ser curiosa e intuitiva. Nem no sapato de cristal que depois de quebrado não azedou a doçura da Cinderela. Não importa o castelo onde se viva pois a Bela apaixonou-se pela biblioteca de um Monstro de qualquer maneira. Não é uma medalha que te dá virtude e sim a tua atitude. Não deixes de ser tu para ser ninguém pois ninguém é melhor que tu na tua essência. Usa a curiosidade que te caracteriza para ganhar as medalhas e não te deixes julgar pelas que brilham sem mérito e esforço.

Não é por não te fazer a vida fácil que te amo menos e sei que um dia me entenderás e concordarás comigo.

A tua mãe ♥

4.7.17

agora somos sete


Fez este sábado uma semana que trouxemos para casa o Rosso (leia-se com pronuncia inglesa). Não foi uma decisão leviana nem excessivamente pensada porque, nestas coisas, se não ouvimos o coração, nunca fazemos nada.
Decidimos que a L. já tinha idade e maturidade suficiente para receber um amigo de quatro patas a seu cargo. Tem apenas 5 anos mas é uma criança bastante responsável e segura e embora precise obviamente da nossa atenção para o cuidar, tanto ela como a irmã se esforçam para que não lhe falte comida, mimo, brincadeira e o pelo escovado. Nem sempre entendem muito bem que ele precisa do seu próprio tempo e que muitas vezes não está para fazer o que elas lhe exigem como por exemplo ficar no colo a ver um filme, mas o facto de ele se impor e de eu explicar que ninguém gosta de ser mandado, que temos de respeitar as vontades alheias, tem feito a L., que em casa gosta de exercer o seu instinto de mandona, pensar duas vezes antes de impor as suas vontades.

O Rosso é um gatinho de cerca de 3 meses e meio. Fomos buscá-lo à RSPCA uma semana depois de o termos ido conhecer. Na nossa primeira visita à associação foi difícil passar por gatos carentes, que sei que dificilmente serão adotados, e não levar nenhum. As instalações têm excelentes condições, nos corredores das boxes cruzámo-nos com voluntárias que, sentadas junto a uma e outra box, enchiam este e aquele gato de mimo, esse era o trabalho delas, mimar os gatos. Nessa troca de carinhos eu fiquei na dúvida quem estaria a fazer um favor a quem, parar alguns minutos nos dias extasiantes que sempre temos para acariciar o pêlo de um animal é um verdadeiro momento de relaxamento e meditação. Fomos conduzidos até uma box onde pequenos gatinhos corriam e brincavam animadamente. Dos cinco que tinham sido deixados numa caixa apenas restavam dois para adoção. A escolha não foi difícil, um deles estava deitado e mal se mexeu durante todo o tempo que estivemos dentro da box, recebeu os mimos que lhe fomos dando de forma lânguida e destemida. O outro foi difícil de apanhar, escondeu-se numa alcofinha, depois atrás deste e daquele objeto numa tentativa de ver sem ser visto. Fui a única que o conseguiu agarrar e de fugida afagar-lhe o pelo. Era este, este seria o companheiro certo para as nossas princesas e o amigo ideal para os nossos já idosos gatinhos. O Rosso ficou à nossa espera uma semana. Entretanto foi castrado, vacinado e desparasitado. Uma voluntária da associação veio conhecer a sua futura casa e só então tivemos luz verde para o ir buscar. 

Uma semana depois Rosso está completamente adaptado à sua nova vida, brinca alegremente, come feito louco e ainda desafia os seus amigos peludos que já mal têm energia para o acompanhar mas não negam uma boa brincadeira.

Agora somos sete, como as sete cores do arco-íris, como os sete anões, como os sete pecados capitais, como as sete maravilhas do mundo ou como os sete magníficos. Somos sete, "três mulheres de personalidade, um homem de fibra, dois gatos preguiçosos e um gatinho brincalhão. Todos temos as nossas imperfeições e todos convivemos com elas". ♥

16.6.17

diário de uma vida e ponto

"Já falei aqui de óleos essenciais mas ainda há muito para dizer. Conforme me vou deixando conquistar pelos óleos vou conhecendo mais e mais sobre as suas propriedades e possíveis utilizações..."


O post de hoje começava assim, ia falar-vos de como podemos substituir tantas coisas que nos fazem tão mal por óleos naturais, isto se na quarta-feira não tivesse acordado com esta notícia que me deixou com um nó na garganta, um aperto no peito e muito pouca vontade de escrever.
Ontem não me atrevi a dizer palavra, eu sou assim, quem segue o blogue sabe que escrevo mais com o coração do que com a cabeça por isso, mantive-me afastada daqui.

Sempre atenta aos desenvolvimentos sobre o acontecido, fui partilhando informação no meu perfil pessoal do facebook e houve algumas notícias especiais que me abraçaram o coração como por exemplo esta ou esta,   pessoas que se uniram, sem importar a raça, a nacionalidade, a religião, estrato social, restaurou a minha esperança no ser humano.
Também ontem partilhei a notícia de uma jovem portuguesa que nos ensina como se reage às dificuldades. A Inês Alves tem 16 anos e vivia no 13º andar do prédio que ontem ardeu em Londres. A meio da noite Inês vestiu rapidamente umas calças e uma camisola e saiu para a rua com o seu telemóvel e os apontamentos de química. Ela nunca imaginou que proporção o "pequeno" incêndio iria tomar, as suas acções foram tomadas de forma preventiva e, dessa forma, ela achou que levando os apontamentos seria uma forma inteligente de aproveitar o seu tempo para rever a matéria para o importante exame que iria ter no dia seguinte.
 


O incêndio foi tudo menos um pequeno susto. Inês, e tantos outros, ficaram sem casa, pelo menos 30 pessoas perderam a vida, muitas ficaram feridas e ainda se contam algumas desaparecidas. Todas pertenciam a uma classe social baixa ou média-baixa. Perderam o pouco que tinham.
Um incêndio ainda com causas desconhecidas, um prédio cheio de problemas tantas vezes reportados pelos residentes, uma lei que beneficia proprietários, uma construção que precisa urgentemente de ser repensada.

Inês, depois de uma noite em claro, momentos traumatizantes, de um futuro incerto e com pouco mais do que a roupa do corpo, cumpriu o seu objetivo e fez o exame que pode conduzi-la a um futuro melhor. Inês ensinou-nos o verdadeiro significado de coragem e resiliencia... porque a vida tem de continuar...

Para ajudares a Inês Alves e a sua família clica aqui.

9.6.17

rescaldo





Hoje seria dia de falar um pouco desta vida [quase] saudável que vou tentando, a algum custo, seguir e que me dá muito mais do que me tira. Mas também hoje é rescaldo de eleições no Reino Unido e muito sinceramente não vejo o futuro nada saudável para vos estar agora a dar dicas de comida que não nos faz mal... o que apetece dizer é: vai comer a francesinha enquanto ainda tens dinheiro para comprar carne.


Não gosto de discutir politica, em especial por escrito, e isto é mais um desabafo do que uma discussão. Quando uma campanha politica é baseada em cortes brutais para o povo, métodos filantropos de desrespeito ao meio ambiente, promoção do ódio e da guerra, contra uma campanha politica de esperança e o povo escolhe a primeira opção... a pergunta é, mais uma vez, inevitável: o que se passa com a humanidade?

Hoje não me apetece escrever... irei refletir... chorar silenciosamente pelos que trazem as mentes tão perturbadas e esperar que, ao fim do dia, haja uma coligação de todos os restantes partidos que restitua a esperança que Theresa May me tirou ao unir-se ao DUP.

Esperemos, sentados...

24.5.17

não levanto bandeiras


Hoje tinha decidido não escrever, não que não me apeteça escrever, gosto tanto de contar estórias, é preciso estar muito desmotivada para não o querer fazer. Este blogue é muito pessoal, espelha-me a alma, retrata-me a vida, sublinha os gostares; dele é difícil esconder os sorrisos da mesma forma que é difícil esconder as lágrimas e as preocupações. Têm sido dias, semanas, tristes para o mundo, não se vê lideres fazer nada a não ser assumirem que os terroristas são uns bandidos sem escrúpulos... até aí... se são terroristas... Falar sobre estas coisas no blogue não é muito a minha onda, gosto que este seja um espaço feliz e motivador, gosto de deixar escritas coisas que acabam bem mesmo que comecem mal, é a minha forma de prepetuar as minhas memórias. Porém, às vezes, é inevitável.

Theresa May "esclarecia" o povo de que o ataque no concerto de Ariana Grande tinha sido escabroso e cobarde como qualquer ataque terrorista mas que este em especial, por ter deliberadamente sido destinado a crianças e adolescente inocentes, era doentio. O que abala mais uma nação? O que abala mais um povo? O que abala mais um pai? O ataque não foi destinado a crianças... o ataque foi destinado aos pais delas... quem tem filhos saberá o que falo. O que nos dói mais? Um golpe em nós ou um golpe nos nossos filhos? Os ataques são sempre dirigidos a quem tem poder de decisão os meios é que podem ser muitos e este, foi sem dúvida doentio, mas (infelizmente) eficaz.

O mal dos lideres e das pessoas em geral é nunca se conseguirem colocar no lugar do outro. Se calhar a solução não é encher, novamente, as ruas de soldados, se calhar a solução é tentar perceber o que se está a fazer de errado, o que se está a fazer para motivar este tipo de reações, para que mentes doentias cresçam e se propaguem como um vírus. O autor do ataque é supostamente também ele um jovem, um jovem manipulado, como são a maioria das pessoas e jovens hoje em dia, ou não fosse o jogo da Baleira Azul um "êxito".

Todos os atos terroristas são condenáveis mas é igualmente condenável a forma como se continua a manipular as pessoas no sentido da guerra, da guerra ao terrorismo, seremos nós menos terroristas?

Vivo em Inglaterra e temo pelo meu futuro e segurança aqui, temo em especial pelas minhas filhas. Temo cada dia que o meu marido sai para trabalhar em Londres, evito ajuntamentos, fico em casa em dias de confusão, não quero viver com medo mas a cada dia que passa me questiono se não estaria melhor num canto mais reservado de Portugal, onde as minhas filhas pudessem correr livres sem que uma bomba lhes caia aos pés.
Tenho plena consciência de que sou uma cidadã do mundo acima de tudo, não levanto bandeiras, tenho-as no coração, não mudo perfis, não estou com este ou com aquele país em nenhum momento particular mas sou talvez das que mais chora o negro em que se está a tornar o presente, a escuridão em que mergulhamos o futuro. Não levanto bandeiras mas quero ainda acreditar que somos todos feitos da mesma massa, que um dia far-se-á luz na cabeça e calor no coração da humanidade.

[imagem]

20.5.17

momentos [quase] perfeitos

Já tenho saudades das férias, daquele tempo em que não ligamos o computador, não vimos televisão e não nos chateamos com as coisas que ficam por fazer. Ainda falta algum tempo para as minhas e os próximos meses vão ser intensos, de muito trabalho e algumas dores de cabeça. Resta-me recordar os pequenos interválos que vamos dando à rotina como este, que fomos até sul montar a tenda, ver o mar e esperar o tempo passar. É estranho dizer isto: "esperar o tempo passar", qual foi a última vez que o fizeste? Passamos os dias a correr atrás de algo abstrato que apelidamos de tempo, sem sabermos muito bem onde o encontrar, se há o que encontrar, se o vamos recuperar, provávelmente não.


Neste fim de semana de natureza e paz corremos os minutos ao ritmo natural da sua passagem. Vimos cada hora ser acrescentada aos dias, tivemos tempo para comer, dormir cedo, passear e brincar e, mesmo assim, o tempo teve o seu tempo, lento, de passar, aquele que, hoje em dia, só uma ovelha, um cavalo, uma gaivota,... conhece.








Bom fim de semana! ♥ Aproveita cada minuto...

6.5.17

momentos [quase] perfeitos

Está quase a fazer um mês que demos um pulo à Cornualha. Há dias que deixam saudade e estes, passados no sudoeste de Inglaterra, são para recordar sempre. Aqui falei do primeiro dia, depois de quase um dia de viagem e contratempos fora do nosso controle, foi Plymouth que nos acolheu para passarmos a noite. O dia seguinte acordou mais fresco mas não nos desencorajou de visitar mais alguns caminhos desta bonita região já rumo a casa.



As paisagens variaram entre o verde dos campos cultivados e o amarelo das flores. Pelo meio encontrámo-nos com ovelhas, cavalos, vacas e todos os animais que vão povoando os quilómetros de campo e pastagens rompidos por estradas estreitas mas em bom estado. Casarios pontuam a paisagem imponentes, carregados do calor das vidas que acolhem dentro.

Foi por acaso que encontrámos Bude e, foi com pena, que tivemos de deixar esta pequena localidade, ao fim de algumas horas de passearmos pela margem do rio Neet e de experimentarmos (só com as mãos) as águas que banham a praia





Bom fim de semana! ♥