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31.10.17

adeus outubro


...e adeus blogue.

A vida exige-nos decisões e a verdade é que a [im]perfect está a crescer mais e mais rapidamente que alguma vez eu poderia imaginar. O Natal está a chegar e as encomendas aumentaram bastante, os produtos são laboriosos, levam tempo e dedicação e é com alguma nostalgia que me vejo forçada a hibernar o meu blogue. Muita coisa irá mudar nos próximos meses, tenho muitos projectos que quero concretizar e que envolvem a [im]perfect. Às vezes temos de abrir mão de coisas que gostamos por outras que foram criadas como complemento e acabaram por se tornar as principais.
Isto tudo ainda é muito estranho para mim, um novo mundo se está a abrir e eu, sem pensar muito, arregaço as mangas e meto mãos à obra.

Outubro foi um mês de extremos, começou muito mal mas está a ter um final surpreendente. Se vou ter saudades disto? Vou, muitas. Tenho em mim a esperança de conseguir um dia retomar este espaço, mesmo que de uma forma menos constante mais liberal e talvez ainda mais pessoal. Não sei, neste momento tudo é muito incerto, talvez volte depois do Natal, para o ano, talvez não... não sei. Vou-me deixando levar pela corrente da vida esperando que ela me vá conduzindo pelos melhores caminhos, aqueles que vão unir a minha vontade e o meu coração à parte mais racional de mim.

Que Novembro seja cheio de sonhos e que vocês nunca deixem de lutar por eles ♥

Até breve!

NOTA: o desafio palavras [quase] perfeitas continua no blogue da Matilde: Cantinho da Tily com o lançamento da nova palavra já amanhã, não deixes de participar ;)

25.10.17

felicidade ♥ palavras [quase] perfeitas

Procuramos a felicidade nas coisas, nos outros, no que fazemos, nos sonhos que temos, no caminho que caminhamos. Procuramo-la incessantemente como se disso dependesse a nossa existência e quando achamos que a encontramos perdemo-la. Vivemos em busca deste sentido para a nossa vida numa constante luta sem muitas vezes sabermos exatamente o que buscar nem como buscar.
Achamos que a felicidade está por aí, naquele sorriso, na outra gargalhada, no carro desejado na montra do stand, no emprego que ambicionamos, na conta choruda que nos dá estabilidade, no namorado amoroso ou nos amigos preocupados.

O que muitas vezes nos falta perceber é que a felicidade está em nós, não requer procura, nem ambição, não precisa de lutas nem de esperas, precisa apenas de reconhecimento, de opção, de querer ser feliz. A felicidade está dentro de ti e de ti só sai se a ignorares. Sente-te... ♥


4.10.17

desafio palavras [quase] perfeitas ♥ felicidade

Há uma semana falou-se de despertar pelos caminhos da blogosfera. Quem tem participado neste desafio sabe que uma palavra é muito mais do que apenas um conjunto de letras, nela encontramos essência, experiência, história, conhecimento, poesia, lembranças, uma palavra é mais do que apenas letras é aquilo que ela representa para um de nós numa interpretação viva no nosso "eu".

Despertar não foi diferente. Esta é para mim uma palavra de força, de descoberta e de vitória. São os tombos que ganhamos da vida que nos mal tratam, doem e acordam e são os despertares que nos abrem as portas e, mais conscientes, entramos nelas.
Há despertares de diversas ordens, emocional, profissional, pessoal, ... no Cantinho da Fia ela fala do quanto a escolha de um futuro profissional feliz é importante para ela e a meu ver ela está muito certa, é triste passar metade da nossa vida a fazer o que não gostamos, é frustrante, castrador e transforma-nos em máquinas, despertar para esta realidade é urgente e fundamental. Outros há que passam a vida adormecidos numa rotina sem fim que se repete dia após dia sem engano, sem diferença, uma vida onde, segundo a Andreia Moita, não conhece despertar.
No blogue Life is a Curly line o despertar é poesia de amor e no Cantinho da Tily o despertar é tranquilo numa vida plena de cumplicidade entre mãe e filho. 

No blogue The silver wing a mensagem é de esperança: um dia, despertarás.

Que o despertar seja sempre sábio e sereno como o deste desafio de palavras [quase] perfeitas neste mês de Setembro. Que este despertar traga felicidade a este mês de Outubro que se inicia.
 
♥ Obrigada a todas por acreditarem que juntas somos melhores ♥
 
Este desafio decorre mensalmente durante todo o ano de 2017 (clica para conheceres as regras). Participa!

tag a usar: palavras quase perfeitas (no caso de blogues)
#palavrasquaseperfeitas (no caso das redes sociais - instagram, twitter, google+, etc)

27.9.17

despertar ♥ palavras [quase] perfeitas

Despertamos para nos reencontrarmos com o nosso eu, numa tentativa humilde de não nos separarmos da nossa essência, aquela que nos é dada à nascença, naquele que é o tudo que somos, num grito de luta e força que nos desperta a nós, e a todos, para a vida. Somos despertados pelas nossas próprias lutas internas mas também pelas mãos que nos derrubam como peças de xadrez depois de um xeque-mate. Despertamos com dor, com a mesma dor da palmada no rabo apanhada ao primeiro respirar e, com a mesma força, berramos e aprendemos a viver (de novo) sempre num novo despertar.

22.9.17

[o meu] bullet journal

Já faz mais de um ano que optei por criar um bullet journal em vez de usar as agendas pré-formatadas disponíveis no mercado. Também já vai há algum tempo que ando para escrever este post até porque tem havido cada vez mais gente interessada no assunto, meninas do grupo vidas [quase] perfeitas, hoje é o dia.

Costumo dizer, a quem me diz que anda para fazer um bullet journal, que basta comprar um caderno ou juntar um conjunto de folhas numa pasta e a verdade é mesmo essa. A versatilidade deste tipo de diário é total, a liberdade é absoluta e todas, mas todas mesmo, as opções são válidas. A ideia de um bullet journal é servir os teus interesses, se é mais ou menos florido é uma opção tua, se tem cores ou é a preto e branco é um gosto teu, se as folhas são lisas, aos quadrados, aos pontinhos ou às riscas é conforme te der mais jeito. O que faz deste um elemento organizacional cada vez mais popular é mesmo as infinitas opções que ele pode ter e que se adaptam mais e melhor às necessidades de cada um e de acordo com cada personalidade.

Podemos tirar inspiração de muitos lados mas o sucesso de cada bullet journal depende unicamente de uma análise pessoal. O que te deves questionar primeiro é o que queres organizar no teu journal. O teu trabalho? A gestão da casa? Tudo? Numa perspetiva minimalista eu optei por juntar tudo no meu e a minha primeira tentativa não foi 100% eficaz porque escolhi um caderno quadriculado porém quando queria desenhar as minha peças [im]perfect os quadradinhos atrapalhavam um pouco pelo que juntei ao meu journal um pequeno caderno liso para dar largas à imaginação. Este Setembro resolvi iniciar um novo bullet journal e desta vez escolhi um caderno um pouco maior e com folhas lisas.
Existem alguns símbolos criados por quem idealizou o bullet journal, esses símbolos constam de um vídeo que eu já divulguei num projeto que tive há alguns anos e que podem ver aqui, eu adoptei parte desses símbolos. Depois recorri ao uso de cores para definir tarefas que correspondem às várias áreas da minha vida, por exemplo: amarelo para o blog, laranja para a [im]perfect, vermelho para os assuntos domésticos, etc. Optei por fazer planeamentos semanais sem estipular dias para isto ou para aquilo, não gosto de me impor escrever em dias que estou mais cansada por exemplo, por isso tenho uma lista de tarefas semanais e diariamente vou decidindo o que vou fazendo, o objetivo é chegar ao final da semana com tudo tratado.


Desta vez tive tempo e fiz também um calendário do ano para colocar datas importantes e eventos que me ajudam a melhorar o marketing da loja e blog ao lado do calendário tenho a minha lista de objetivos para o ano. Cada mês abro também com o calendário mensal onde assiná-lo dias em que tenho compromissos e separo uma página para os objectivos mensais. Depois coloco uma página para as tarefas semanais + uma página em branco para todo o tipo de notas que precise tirar essa semana. No final do caderno acrescentei uma rubrica chamada "ideias" onde coloco ideias que vou tendo sobre tudo e mais alguma coisa, desde ideias para posts, desenho de novo produtos, frases que me vêm à cabeça, etc.


Este é o meu método que funciona na perfeição sem me criar qualquer stress pois consigo controlar melhor os meus objetivos em todas as áreas da minha vida sem exagerar nas tarefas e sujeitar-me a ansiedades desnecessárias.
Qual o teu método? Tens um bullet journal ou manténs preferência pelas agendas pré-formatadas?

6.9.17

desafio palavras [quase] perfeitas ♥ setembro


Faz hoje uma semana que regressei ao blogue após um curto intervalo para as merecidas férias. Voltei trazendo saudade e não o fiz sozinha. Saudade pode ser uma palavra triste mas na verdade reflete tudo o que de bom o passado nos deu. Nunca somos suficientes quando se trata de falar de uma palavra tão portuguesa mas fomos os que lembrámos à blogosfera o quanto esta palavra nos pinta de preto por fora ao mesmo tempo que nos ilumina a alma por dentro.

Foi com saudade das férias que falei de uma saudade que nos enraíza e nos faz pertencer seja a pessoas, a lugares ou até a memórias, que guardamos nos lugares mais secretos de nós. Embora não seja uma palavra traduzível em qualquer outra língua, a saudade é simples, viver com ela é que pode ser mais complicado, em especial quando ela adota um nome, uma cara e uma personalidade como no caso das saudades doces do avô da Liliana do blogue The Silver Wing ou dos convívios da família da Fia que recorda momentos únicos no seu Cantinho da Fia. Sentimos saudades das mais variadas coisas e tal como nos conta a Melhor amiga procura-se até de objetos podemos ter saudades, não podia estar mais de acordo porque há objetos que nos remetem a momentos especiais, memórias inesquecíveis. No blogue Life is a curly line a saudade é coração quando é amor, magia, poema, quando é vida. No Cantinho da Tily recordamos que se falamos de saudade temos de sitar Fernando Pessoa "saudade só portugueses as sabem senti-las bem porque têm essa palavra para dizer que as têm".
Mas conforme já aqui falei, ter saudades é simples, é normal e é até saudável, é o resultado das nossas melhores memórias, difícil é aprender a viver com elas. A Andreia Moita, no seu blogue, explica que criar vivências novas que nos farão tão felizes como aquelas das quais temos saudades é a solução para combater qualquer saudade.

E das palavras mais tristes descobrimos o tudo de bom que já vivemos, assim é esta palavra [quase] perfeita que encheu o Agosto de saudade e boas recordações. Setembro é tempo de recomeços e hora de ♥ despertar ♥.
 
♥ Obrigada a todas por acreditarem que juntas somos melhores ♥
 
Este desafio decorre mensalmente durante todo o ano de 2017 (clica para conheceres as regras). Participa!

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30.8.17

saudade ♥ palavras [quase] perfeitas


Abrir o blogue depois de dias inteiros a ouvir o murmúrio do mar, encher o olhar de paisagens verdejantes, sentir o aperto dos abraços mais desejados, viver no silêncio das horas onde apenas o sol marca a passagem do tempo,... Vir falar de saudade na saudade que já sinto desta tranquilidade vivida a quatro é sentir cada palavra com nostalgia, cada memória com saudade.

Na minha saudade dos tempos que já não voltam, das oportunidades perdidas, das pessoas que já partiram, dos lugares aos quais não voltarei, encontro a força para um presente de histórias, um futuro de desafios e um passado de memórias. Nesta minha doce saudade de um Agosto cheio de tudo, despeço-me de mais um ciclo com a saudade de um ano cheio de coisas boas, de sucessos e conquistas e de dificuldades ultrapassadas com a mesma resiliência que me caracteriza, a mesma força que me levanta sempre.

Somos resultado desta saudade portuguesa de deixarmos sempre um pedaço de nós nos lugares por onde passamos. Esta saudade que nos enraíza e nos faz pertencer, a lugares, a pessoas, a memórias...

2.8.17

desafio palavras [quase] perfeitas ♥ Agosto



Faz hoje oito dias que trouxemos "solidão" à blogosfera . Uma palavra que pode ser de facto perfeita como pode ser triste ou silenciosa. Quando o desafio é falarmos de coisas que evocam tristeza ou sensações às quais queremos fugir, a tarefa complica-se mas foi interessante ler a forma como cada blogger foi dando a volta à coisa. ♥

No meu entender solitário é aquele que não se tem por companhia num abandono do seu Eu mais presente, da sua própria alegria e capacidade de se entregar a si mesmo. Mas, embora este seja o ato mais puro de solidão, esta falta de amor-próprio que nos atira para o exílio, existem também formas igualmente avassaladoras ou outras com nenhum fundo dramático e/ou penoso, na verdade tudo depende de cada um de nós e da forma como abordamos a vida, como entendemos as palavras, da forma como refletimos e nos exprimimos.

No cantinho da Fia a solidão adquire um caráter temporal, uma casa de férias mas nunca uma morada permanente que nos possa fazer embarcar numa ida sem volta. No blogue The Silver Wing a solidão é muito pessoal, "está na nossa mente, bem dentro de nós, no nosso estado de espírito", podemos estar numa multidão e mesmo assim só como também podemos, no nosso viver solitário, nunca nos cruzarmos com ela. No blogue da Andreia Moita entendemos que há uma imensa diferença em estar só por opção e ser só por imposição o que nos remete à abordagem da Melhor amiga procura-se que nos lembra a solidão da velhice, o abandono familiar e a estrada solitária que algumas pessoas caminham até ao seu final. Mas conforme disse no início, as reflexões são livres e se há quem não encontre alegria na solidão há quem dela tire as melhores imagens como a Marta do blogue Os Pitinhos, ou as mais doces recordações como a Matilde no seu Cantinho da Tily ou mesmo o momento perfeito em que "o silêncio dos outros nos permite acertar a alma e ouvir os sonhos falarem de como os devemos concretizar" como escreve a Nádya no seu Life is a Curly Line. 
 
As palavras têm destas coisas, vivem de uma livre reflexão pessoal que faz deste desafio um momento libertador, ninguém erra, todos acertam e todas as palavras são válidas para dissertar sobre uma palavra [quase] perfeita a de Julho foi Solidão a de Agosto tem tudo de solitário: ♥ saudade ♥.
 
♥ Obrigada a todas por acreditaram que juntas somos melhores ♥
 
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26.7.17

solidão ♥ palavras [quase] perfeitas

Solidão não é a falta de um grande amor, o desprezo de alguém, a companhia incerta ou a velhice a um. Solidão é uma falta de amor próprio que degrada a relação entre ti e a tua essência, que mina a companhia de te teres por perto, que te desidrata nas lágrimas que choras com pena de ti. Solidão é não teres em ti a tua melhor companhia. Solidão é evitares as conversas interiores, é não te entregares à loucura do falar sozinho, é não te mimares com o teu próprio mimo, é dares de ti aos outros aquilo que não suportas receber tu.

Solidão é um estado isento de amar a própria alma.

Faz da tua amizade o teu mais puro relacionamento. Enche-te da tua própria companhia. Ilumina-te com a tua luz própria, porque tu serás sempre mais do que suficiente. Foge à solidão porque ter-te-ás sempre a ti.

 [ post para o desafio #palavrasquaseperfeitas de Cris Loureiro blogs, participa também]

5.7.17

desafio palavras [quase] perfeitas ♥ julho


Na passada quarta-feira trouxemos à blogosfera a palavra [quase] perfeita: resiliência. Uma palavra que anda na boca do mundo mas que nem sempre é entendido o seu significado e a sua verdadeira dimensão. A tarefa foi portanto difícil mas o resultado foi surpreendente.

Resiliência é aquela arma escondida que usamos em momentos de crise, momentos que parecem fins mas que normalmente nos encaminham a novos começos. Somos dotados de forças que desconhecemos à partida, somos submetidos a dores que parecem não ter fim, mas esta arma que a vida nos dá e que nos permite adaptarmo-nos, gerirmos e recomeçarmos, é das mais poderosas e eficazes e aquela que mais nos fortalece.

Resiliência não é própriamente uma palavra bela, nisto concordo com a Melhor amiga procura-se, mas também como ela mesma diz, está sempre lá, nos piores momentos, para nos lembrar que tudo conseguimos ultrapassar. Exemplos extremos de resiliência podem ser fácilmente encontrados na história mundial, assim nos lembra o blogue  life is a curly line, quando "visitamos" campos de concentração nazis ou pensamos nos prisioneiros de lutas pela liberdade e igualdade. No blogue da Chic'Ana conhecemos a história inspiradora da sua irmã que nada a fez desviar-se do seu caminho, levantando-se a cada queda e reinventando-se sempre que necessário. Já a Matilde, do Cantinho da Tily, inspira-se na resiliência da sua cara metade. 
Esta não foi uma palavra fácil também para a Andreia Moita, que acaba por comparar a resiliência a uma ponte suspensa, a mesma ponte que liga a tempestada à bonança segundo o Cantinho da Fia. No blogue The silver wing a resiliência adquire um caracter pessoal, um vir ao de cima numa tentativa de voltar ao normal, uma normalidade que nunca mais será a mesma. 

♥ Obrigada a todas por acreditaram que juntas somos melhores ♥

Assim terminou junho, resilientes recebemos julho, numa solidão breve.

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28.6.17

desafio palavras [quase] perfeitas ♥ resiliência

Está em ti, está em mim, está em todos nós, esta capacidade de levantarmos, de nos adaptarmos, de mudarmos, de lutarmos, está cá. Muitas vezes escondida, muitas vezes sem acreditarmos, muitas vezes por nós ignorada, mas a resiliência é uma característica do ser humano, daquele que abraça com os dois braços as suas próprias lutas, daquele que não desiste, daquele que insiste, daquele que contorna as dificuldades e descobre as soluções para os problemas.

Junho foi um mês de gente resiliente, que caiu, levantou, voltou a lutar, voltou muitas vezes a cair e novamente a levantar, porque nada é uma constante, porque nós somos sempre maiores, melhores e mais fortes do que qualquer contrariedade, porque só a morte nos consegue vencer e mesmo a ela conseguimos fugir tantas vezes quantas a vida deixar.

A resiliência é, das armas que a vida nos dá, aquela que mais nos fortalece. Tens tudo em ti, levanta-te!

31.5.17

esperança ♥ palavras [quase] perfeitas

Esperança, aquela luz que nos conduz na escuridão dos dias mais feios. Aquele amor que nos lembra que a vida é mais do que os dias "não". Aquela garra que luta pelos sonhos que teimamos em querer alcançar. Aquele acreditar que o futuro será brilhante, que a magia nunca acabará e que o melhor está sempre mais adiante. Esperança, aquela coisa que nos prende à vida.

Mas ter só esperança num futuro melhor, num dia seguinte mais iluminado, num sonho realizado, não chega. A esperança ajuda a termos fé em nós e naquilo que acreditamos mas, por si só não alcança nada. Ela será sempre um meio e nunca um fim, será sempre aquele sentimento que te move mas não será a força que te faz mover, não será a vontade, o pensar e o fazer. Ela faz-te acreditar que chegas lá mas és tu, só tu, que tens de lá chegar. 




3.5.17

desafio palavras [quase] perfeitas ♥ maio

Faz hoje uma semana que falámos da nossa liberdade, daquela em que acreditamos, naquela pela qual lutamos, naquela que adquirimos.

A liberdade é aquilo que nos dão quando nascemos, somos livres para chorar, sorrir, dormir, fazer as nossas necessidades, somos livres de nos expressar conforme conseguimos, de usar a nossa inteligência e habilidades motoras da forma que nos apraz. Somos livres de viver. É com o caminhar pela vida que nos vão condicionando, que nos vamos aprisionando, que a liberdade vai sendo perdida.

Neste correr dos anos devemos, no entanto, continuar a lutar por ela, a não nos deixarmos levar por preconceitos, a descobri-la numa imagem como a do blogue "life is a curly line" ou a pintá-la de branco como a "Andreia Moita". É fundamental rebentarmos os balões que vamos enchendo com o que nos vai privando dela, como nos conta o "the silver wing" e recordarmos que ela não é algo adquirido e que nos pode ser tirada a qualquer momento, como o foi em Portugal antes de Abril de 1974, conforme nos lembra o "cantinho da Tily". A "melhor amiga procura-se" diz-nos, que o conceito de liberdade se altera com o passar dos anos e, na verdade, não posso deixar de lhe dar alguma razão, a "Chic'Ana" alerta que na nossa liberdade temos de ter em conta o respeito pela liberdade do outro porque, caso contrário, transformamos a liberdade em libertinagem como afirma conscientemente o "Cantinho da Fia".
Foi um mês de pensamento livre e palavras carregadas de liberdade, ou não fosse Abril de 2017, um mês e um ano em que podemos fala, escrever, fotografar, desenhar... sobre ela, com toda a liberdade que Abril nos deu.

♥ Obrigada a todas por acreditaram que juntas somos melhores ♥

Acabámos abril a falar do que abril nos deu. Hora de recebermos maio carregados de esperança .

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2.5.17

blogger's house ♥ cantinho da tily


Já nem sei bem quando nem como "conheci" a Matilde do Cantinho da Tily, só sei que achei muito curioso ela também estar a viver em Inglaterra, por isso comecei a seguir o seu blogue. Pouco mais tarde ela começou também a frequentar o "meu" grupo de facebook vidas [quase] perfeitas e assim os laços foram se fortalecendo. A Matilde é uma daquelas pessoas queridas que gosta de conversar e trocar ideias e eu também gosto de "conversas profundas" por isso não podia deixar de a trazer ao blogue para conhecerem de onde ela escreve para o mundo.


Olá, sou a Matilde do Cantinho da Tily e venho partilhar um pouco do nosso cantinho convosco. Sou natural do Porto mas vivo em Londres há 4 anos, vim para cá no dia do meu aniversário, fiz 40 anos no dia 19 de Março.
Costumam dizer que "à terceira é de vez" ou "três foi conta a que Deus fez". Esta é a nossa terceira casa, a segunda no Uk e não vai ser a última pois quando o baby crescer (ah é verdade, tenho um menino chamado Louis com 8 mesinhos) vamos precisar de mais espaço pois vivemos num T1 arrendado. Eu adoro esta casa, sinto-me mesmo bem nela, como me sentia na primeira em Portugal, nao há amor como o primeiro, hehe
 
Uma curiosidade, fizemos as mudanças, há três anos, mesmo no dia anterior ao meu aniversário, para esta casa, a pé, pois a outra ficava a minutos desta, também eram só tachos e roupas, acreditem foi uma aventura muito cansativa mas valeu a pena.
Esta casa é virada a nascente por isso todas as manhãs acordamos com o nascer do sol quando o tempo está virado para isso, mas dá logo outro animo ao acordar! Gostamos mesmo muito de morar aqui, sentimo-nos em casa, é um condomínio fechado perto de tudo, com supermercado por baixo do prédio, com concierges muitos simpáticos, e já falámos que enquanto nao comprarmos casa nossa, se encontrarmos um T2 aqui, num dos prédios da urbanizaçao, mudamo-nos logo.
A nossa sala é grande e espaçosa e serve tambem de escritório para os dois, ambos temos as nossas secretárias, a minha foi adquirida há pouco tempo, uma especie de presente de aniversário antecipada, aos poucos vou organizando o meu cantinho, onde eu me sinto à vontade a escrever no meu blogue e fazer diys e os meus crafts. 
Não vão acreditar mas a maior parte das ideias para o blogue surgem enquanto… tomo banho, hehe.
O baby por enquanto ainda dorme connosco, e não está nada mal, visto que eu dormi até aos cinco anos no quarto dos meus pais, na minha caminha de grades, até ao meu mano do meio nascer; sim, os tempos são outros mas enquanto der, ele e nós estamos bem assim. Tem o cantinho dele com as coisas dele e é dos meus espaços preferidos da casa. A decoração é simples, feita por mim, com pequenos pormenores que marcam a diferença.

A nossa casa é uma casa como as outras, tem um wc com banheira (mas não há bidé, e que falta que faz…) um corredor tipo hall de entrada, uma lavandaria pequenina e uma cozinha pequena mas muito prática como podem ver pela imagem.
E por fim temos o meu espaço preferido da casa, a nossa varanda, de Inverno adoro sentar-me no sofá, com uma caneca de chá quente, e desfrutar da vista e da chuva, ou se estiver sol, como tem estado, gosto de sentar-me lá fora e usufruir dos raios de sol quentinhos, não há nada melhor para recarregar energias e sabe tão bem!
Durante pouco mais de 30 anos vivi na casa dos meus pais e sempre pensei me sentir segura lá, não sei bem explicar, o meu quarto era o meu refugio, tinha uma vista privilegiada para o mar, mas por incrível que pareça, depois de sair de lá, a adaptação às minhas outras coisas foi fácil. Talvez tenha sido no momento certo. 
Esta casa pode não ser nossa, mas tem muito de nós.


26.4.17

liberdade ♥ desafio palavras quase perfeitas


A vida encarrega-se de nos prender, as circunstâncias constrangem-nos os atos, os julgamentos apagam-nos as palavras. Os gritos ficam mudos, a dança dá lugar ao bater do pé, a gargalhada desvanece para um leve sorriso, os sons passam a silêncios, os gestos viram lamentos do corpo, e a vida vai-se perdendo, na corrida atrapalhada dos anos, onde até para chorar é preciso desprendimento e coragem.

Mordemos o lábio para não falar, não nos apaixonamos para não sofrer, trabalhamos das 9 às 5 para não faltar dinheiro, não aproveitamos os pequenos "luxos" da vida para não gastar, não dançamos à chuva para não nos constiparmos mas no fim vamos morrendo numa morte lenta de desalento e constrangimento que nos impomos por medos, crenças, ilusões ou desilusões. Quando na verdade, o dom da vida está em manter a liberdade com que nascemos e que teimamos em fazer desaparecer, ano após ano, prisão após prisão.


11.4.17

criar um blogue ♥ escolha do nome

Há alguns meses deixei aqui algumas dicas para a escolha de um nome de sucesso para o negócio que queres criar. São sugestões que podes perfeitamente usar para a escolha do nome do teu blogue, porém um blogue é, supostamente, algo ainda mais pessoal. É representativo da tua escrita, da tua forma de pensar, dos teus gostos, opiniões, ideias, daquilo sobre o qual tencionas escrever. Podes pensar num blogue como um negócio mas para o teu blogue ter um sucesso consciente e consistente, este deve ser bem mais do que isso, deve ser a tua imagem.

Um bom blogger partilha pedaços de si em tudo o que escreve e o nome do espaço onde tudo irá acontecer deverá ser igualmente isso, um pedacinho de si próprio.
Deve, no entanto, ir de encontro a algumas premissas ou, pelo menos, ter em conta algumas ideias:

  1. não ser muito longo - contra mim falo. Quando criei o nome do meu blogue não pensei em mais do que criar um titulo que me desse quase que uma lição diária. Estava numa fase estranha da vida e precisava de criar o meu próprio mantra e tê-lo sempre diante dos meus olhos todos os dias. Como a minha intensão era escrever diariamente, o titulo do blogue virou mantra, ou melhor, o mantra virou titulo de blogue. Tu que estás agora a começar, evita nomes muito compridos e de difícil leitura e memorização, a menos que seja um nome que realmente te identifique, keep it simple.
  2. inglês ou português - os nomes ingleses agora estão na moda mas, na verdade, um nome inglês não é justificável a menos que o teu blogue seja bilingue (ou tenha pretensão de o ser). Se possível opta por ter um nome que corresponda à língua em que estejas a escrever. Desta forma atrairás o público que te interessa e evitarás taxas de bouncing elevadas nas tuas estatísticas. Há porém situações em que encontramos expressões que ficam melhor numa língua que na outra, ou frases de resultam melhor em inglês, se a tua opção de nome ideal incluir o inglês, se é apenas assim que te consegues identificar, então go for it
  3. nome próprio - não é errado colocares o teu nome como título de um blogue, porém será mais complicado conseguires seguidores, a menos que sejas uma figura pública. Ninguém se vai lembrar do teu nome na hora em que estiver a interagir com outros blogues, a menos que tenhas um nome realmente marcante e sonante tipo "Zé Ninguém" ou "Maria Borboleta" ou qualquer coisa do género. Se continuares com a ideia de quereres o teu nome nisto então tenta pensar num diminutivo, alcunha ou numa forma de tornares o teu nome mais interessante.
  4. do que se trata - se tiveres um tema preferencial no teu blogue então usares isso para criares o nome do teu blogue pode ser uma opção inteligente na medida em que já estás, à partida, a selecionar o teu público-alvo e em termos de SEO também ajuda a serem mais facilmente encontrada. Se fores escrever sobre decoração essencialmente, incluíres palavras como "decor" "ambientes" "casa" pode ajudar a conseguires um bom titulo para o teu blogue. Portanto, caso estejas a pensar num blogue temático ou mais técnico, começa por criar uma lista de palavras que se identifiquem com o tema que pretendes assumir no blogue.
  5. público-alvo - ao imaginares o nome para o teu blogue também podes ter em consideração para quem estás a escrever. Muito provavelmente a tua avó não vai perceber o nome "my bff is you" mas tenho certeza que as tuas leitoras de 16 anos vão adorar.
Nem sempre é fácil encontrares o nome ideal, por vezes é uma opção obvia mas na maioria das vezes requer pesquisa, muito pensar e muitas decisões. Não te precipites, escolhe com calma, pensa que te irá acompanhar por toda a existência do teu blogue. Mudar de nome não implica mudar de blogue mas neste campo as mudanças não são fáceis, perde-se links, seguidores, etc. O melhor é começar devagar mas bem.

Sucesso! ♥

5.4.17

desafio palavras [quase] perfeitas ♥ abril


A semana passada a blogosfera foi inundada de ♥ melancolia ♥. 

A melancolia é uma palavra nostálgica, cheia de dor e sentimentos profundos mas é um estado da alma que faz parte da nossa vida e o qual devemos aprender a entender e lidar. 

Fez-se sentir melancolia nas mais diversas formas, com maior ou menor brevidade, com mais ou menos dor, mas em todos os cantos desta blogosfera foi entendida como um sentimento efémero, com principio, meio e fim. The Silver Wing viajou até ao passado numa saudade melancólica de recordar momentos e pessoas que chegam e vão. N'o cantinho da Fia celebrámos o seu aniversário lembrando a melancolia de estar longe dos nossos entes mais queridos em dias tão especiais como quando comemoramos mais um ano de vida. A Chic' Ana  escreve uma grande verdade "estar infeliz não é a regra.. é a exceção" não nos podemos entregar a este estado de espírito e sim encará-lo como mais uma aprendizagem. A forma poética escrita nas linhas do blogue Life is a curly line faz-nos até gostar de uma melancolia romântica cheia de sensualidade e encanto. No Cantinho da Tily a melancolia sente-se, ouve-se e declama-se. A Andreia Moita, no seu blogue, entrega-se a uma melancolia matinal que é breve porque, na verdade, " a vida é desejosa de ação".
Ainda passámos pela Melhor amiga procura-se que nos contou como foi cheia de melancolia a morte da sua avó e como é, em momentos assim, que ela mais nos consome mas que, mesmo nessas alturas, temos de ser fortes o suficiente para não nos deixarmos morrer nela.

Foi assim que lê-mos a melancolia que vamos sentindo pela nossa vida fora. Foi, sem dúvida, uma palavra difícil mas nem só de palavras e sentimentos positivos e simples a vida é feita. E se soubermos entender melhor estes sentimentos, que tantas vezes nos assolam a alma, melhor saberemos vence-los e escapar-lhes.

 ♥ Obrigada a todas por acreditarem que juntas somos melhores ♥

Acabámos março a tentar fugir desta melancolia a que o inverno nos submete. Prontos para receber a primavera e toda a liberdade que abril nos traz.

Este desafio decorre mensalmente durante todo o ano de 2017 (clica para conheceres as regras). Participa!

tag a usar: palavras quase perfeitas (no caso de blogs)
#palavrasquaseperfeitas (no caso das redes sociais)

4.4.17

blogger's house ♥ suspiros de um amanhecer

Hoje quem abre a porta de casa é a Paula do blogue Suspiros de um amanhecer, um blogue carregadinho de passatempos e ofertas. A Paula vive numa região bonita do nosso país e hoje vem contar-nos um bocadinho mais sobre ela.
Chamo-me Paula Santos e tenho 27 anos, resido no distrito de Leiria mais propriamente em Castanheira de Pera. Sou uma pessoa que adora escrever, ouvir música, fazer caminhadas (principalmente acompanhada pelos meus patudos, Luna e Spike) e algo que valorizo imenso são os amigos e família.

A casa onde resido é dos meus pais e trata-se de uma vivenda, com 4 quartos (um deles é mais destinado para passar a ferro e arrumação), depois temos uma casa de banho, cozinha, sala de estar/jantar e marquise. Já cá vivo há mais de 15 anos, não sei precisar o ano especifico que mudei de casa. Antes morávamos numa casa alugada, lembro-me não ser uma casa com muitas condições no sentido de ser nova, já tinha algumas "mazelas" de velhice :)


Nesta casa temos jardim e horta, o que me agrada imenso, puder sair de casa mesmo de pijama e saborear o sol, o cantar dos pássaros, deslumbrar as árvores de fruto floridas em plena Primavera, enfim, tudo um pouco que a natureza oferece, pois além disto ainda tenho a paisagem para a Serra da Lousã. Portanto, vivo numa vila muito sossegada, sem grandes confusões, poluições ou filas de trânsito.  
 

A minha divisão preferida é sem dúvida o meu quarto, mas dependendo da estação do ano, no Inverno sou mais adepta de estar à lareira na sala de estar. 
A nível de decoração, a casa está mobilada com alguns móveis antigos (menos o meu quarto, WC e cozinha), não é que me faça confusão, mas talvez fosse algo que mudasse na minha casa para lhe dar um ar mais alegre. Na altura, quando os meus pais juntaram os trapinhos, a mobília que compraram era das melhores apenas nunca houve interesse ou disponibilidade para renovar.

Para mim, uma casa além de nos dar um tecto para dormir, são 4 paredes cheias de recordações e vivências. Portanto tudo o que permanece na minha casa, até os mais simples pormenores, fazem parte do meu passado, infância e crescimento, e claro dou muito valor a isso. É onde eu moro, é onde eu desabafo (mesmo que seja com as paredes ^^), é onde muitas alegrias, tristezas e partilhas foram vividas. Algo que adoro numa casa, são fotografias, o meu quarto é das divisões com mais fotografias, tirando o corredor/hall de entrada.

Não tenho uma casa de sonho, mas adoraria ter a minha própria vivenda com jardim, de preferência um local reservado e com privacidade. Adoro também uma casa bem iluminada e sempre cheirosa, acho que estes dois factores dão bastante harmonia.

Quero agradecer à Cris por esta oportunidade e iniciativa de expor um pouquinho de mim no seu Blog. Gostei da ideia e foi um gosto participar.
Um beijinho e muito sucesso :)

29.3.17

melancolia ♥ palavras [quase] perfeitas

Enchemos o peito de melancolia nos abraços que não damos, nos beijos que não recebemos, na vida que não temos, no sol que não brilha, no vento que não sopra, na árvore que não vinga, nos caminhos que não se cruzam, nas palavras que não se dizem. Enchemos a alma de dor, de aperto e solidão. Conformamo-nos com o que temos num gesto desistente de ser, sonhamos com o que não temos e que nos parece distante. 
Mas o que temos de aprender é que a vida nos é dada com a mesma surpresa inesperada que nos é tirada e, entre o viver e o morrer, existerá sempre melancolia e alegria, de tão opostas que são tornam a vida num verdadeiro ato de magia e exatidão.

[ post para o desafio #palavrasquaseperfeitas de Cris Loureiro blogs, participa também]